Nesta hora sem futuro
Ruge a queimada lá fora.
Aqui na cama desfeita
Na cabeça reclinada
Num receio igual ao teu,
Treme a minha mão suada
Pelo que não aconteceu…
Nesta terra em cinzas feita
Passa o fogo e fica tudo escuro.”
Neves e Sousa
O Infinito como ideal. O "AGORA" como religião. VIVER
Dúvidas firmes, incertezas absolutas, sou um Durão, olho só em frente que de frequente, me torno ausente não de mim, mas dos outros. Minha aprendizagem foi assim: carente de toque. Mais tarde busquei, ainda, Escola de Carência, não encontrei. Não constava dos Curriculares, nem nos Académicos.
A máquina ganhou forma em mim, a mecanicidade de controlar o todo com a mínima parte ( Eu ). Tudo o que sou, devo o à máquina, tal como esta indiferença pela morte da carne humana, a Estatística – a nova certa ciência- os Números, a minha nova religião.
Tenho poderosa arma e esgrimo a na ponta do olho mecânico: a regularidade linear das páginas de Normas na uniformidade visual da letra impressa, induzo, induzindo realizo me deus, nos pesos e medidas.
Ser circunferência em toda a parte, princípio e fim no mesmo lugar, o centro em parte alguma, no oco sem fim, tipo tirania desumanizadora, produzo mensagens vazadas em símbolos fonéticos, seriados, a fonte humana individual , renego a , prefiro a capacidade técnica e não a consciência da maneira como adquirimos conhecimento, aliás o grande inimigo a abater.
Acumular “sem preconceitos” os factos brutos, está inscrito nos panteões e bandeiras da minha matriz governativa.

...o acordar já é uma aurora deslumbrante, pois que o pensamento já sabe da ida à Repartição de Finanças. No caminho para lá, chilreio e aos saltinhos felizes e esvoaçantes, o meu coração anseia pelo excelso encontro.



Quais as verdadeiras causas desta insegurança social que se capitaliza olhos a dentro da carne humana. Estuda - se e preserva - se a História porque ela é memória e fonte de conhecimento que nos ajuda a enfrentar o futuro? Se sim , porque não aprendemos então?
Já não fomos alertados para o hediondo ser em que o Ego se pode transformar? Humanismo eivado dum egocentrismo reduzido à infima espécie e representatividade do individum?
Esta garantia de um Homo Sapiens detentor da razão é muito débil.
Faço saber ( sim ,tem demasiada gente que não sabe) e relembro aqueles que sabem mas já esqueceram que existem criaturas para além de nós humanos que sabem da Ciência:
A construção do hexágono*, a mais pura das figuras geométricas, pelas abelhas que não têm instrumentos de medição dos ângulos é pré-humana.
A invenção da argamassa pela Andorinha utilizada em construções que serviram de modelo para as galerias e varandas que o Homo Sapiens faz.
A actividade dos Castores , um portento de técnica, capazes de dominar e transformar a paisagem à sua volta com os seus dentes, e construir diques de enormes dimensões para a regulação das correntes.
Se calhar é tempo de começar a combater esta arrogância sapiana que procura nas estrelas o que pode encontrar na Terra. Reduzirmo -nos à nossa insignificância seria um acto de grande lucidez e sapiência. Observando e respeitando a Natureza ficaremos mais fortes.
* O hexágono regular (figura com seis lados de igual comprimento e cujos ângulos têm todos a mesma amplitude).
Tratando-se de uma das configurações que permitem aproveitar ao máximo o espaço - as outras são os triângulos equiláteros, ou seja, figuras com os três lados e os três ângulos iguais, e os quadrados - , encontramo-la, por exemplo, nos favos de mel das colmeias ou nas "escamas" que recobrem a casca do ananás, as quais, para além do seu formato hexagonal, formam também espirais, de acordo com os números de Fibonacci.
A amarelo a divisória do Sahel
As línguas afro-asiáticas ou hamito-semíticas. são uma família de línguas de cerca de 240 línguas e 285 milhões de falantes, espalhados pelo norte e leste da África, a região do Sahel e o sudoeste da Ásia. Outros nomes por vezes dados a essa família incluem "afrasiática", "lisrâmica" (Hodge 1972) e "eritréia" (Tucker 1966).
As seguintes subfamílias lingüísticas estão incluídas: Línguas bérberes , tchádicas ou do Tchade , egípcias , semíticas , cuchíticas ,beja (classificação controversa; geralmente classificada como parte do grupo cushítico) omóticas.
A língua ongota é considerada como afroasiática, mas sua classificação dentro da família continua controvertida, em parte por falta de dados mais concretos.
A África do norte é marcada pelo predomínio da religião Islâmica que chegou ao norte do continente durante o processo de expansão do islamismo, com o objetivo de difundir a fé muçulmana.
A miscigenação com africanos de raça negra teve origem nas migrações para norte provocadas pela escravatura dos grandes Impérios da Antigüidade e pelo Império Islamico, grande conversor e escravizador de populações negróides pré-islamicas.
O Norte de África encerra numerosos tesouros culturais, considerados património mundial.
Importantes florestas tropicais, que desempenham um papel fundamental nas migrações das aves e que servem de abrigo durante o Inverno. O Parque Nacional de Ichkeul na Tunísia, o Parque Nacional do Banco de Arguin na Mauritânia e o Parque Nacional das aves Djoudj no delta do rio Senegal, cuja maior singularidade consiste na co-habitação de cerca de um milhão e meio de aves aquáticas, com animais subdesérticos como os grandes varanos ou gazelas.[1]
O Parque Nacional do Banco de Arguin, localiza-se na costa atlãntica da Mauritânia, ao sul do Cabo Blanc, entre os 19º 21’ e os 21º 51’ de latitude e 16º e 16º 45’ longitude oeste e tem uma área de 1.200.000 ha.
Carta do Parque Nacional de Arguin
---------- Limites do Parque
--------- Pistas principais
O parque possui três formações bem diferenciadas:
O sector terrestre.
O sector costeiro - que inclui um bom número de ilhas.
O sector marinho – águas litorais pouco profundas, raramente mais de 5 metros e uma elevada produtividade biológica.
O sector terrestre é formado por um árido deserto de areias terciárias e quartenárias, com precipitação médial anual de 34 a 40 mm e os ventos são fortes podendo atingir 28 km/h. A vegetação é dominada por espécies variadas com certa influência mediterrânica.
Destaque-se a Acácia (Acácia tortilis), a espécie Balanites agypticaca de frutos comestíveis e sementes oleaginosas, a Euforbia balsâmica e o Esparto ( Leptadenia spartum).
Na fauna, tem um protagonista de excepção, a Gazela (Gazella dorcas). Esta espécie, antigamente abundante ( em grande parte no Saara Ocidental), foi levada quase á extinção na 2ª. Metade do século XX.
Dentro dos carnívoros, os areais do parque, registam a presença do Feneco ( Fennecus zerda), pequeno canídeo de enormes orelhas, o Gato-Silvestre-Africano ( Felis Lybica) e o Gato-do-General-Margarita ( F. Margarita) assim como a visita ocasional da Hiena –parda ( Hyaena Hyaena).
Duas grandes transformações ocorridas na metade norte do continente africano tiveram um impacto na mudança e distribuição demográfica, uma climática e outra cultural. Por volta de 2000 a.C. o Saara transformou-se no grande deserto que é hoje. Este processo de transformação está balizado entre 8000 e 2000 a. C. e inicialmente possuía um clima muito mais húmido, terra própria para pastagens, com caça abundante, enquanto nos planaltos crescia uma floresta mediterrânica.[2]
A outra grande mudança consistiu na difusão de toda uma série de inovações iniciando uma série de progressos tecnológicos. Os utensílios aperfeiçoados, a cestaria e a cerâmica (transporte e armazenamento), a construção de cabanas mais ou menos definitivas e sobretudo a domesticação dos animais ( para alimento e força de trabalho) e as sementes e raízes podiam não só ser apanhadas como também cultivadas e melhoradas. Em primeira análise ressalta que os grupos criavam condições para se tornarem maiores e mais estáveis ( sedentarização).
Para dar algumas certezas a Arqueologia revelou que as regiões adjacentes da Europa e Próximo Oriente afinal não eram muito mais evoluídas , o que deita por terra as teorias etnocentristas de alguns historiadores que atribuíam como “ berço da civilização” o Próximo Oriente (Crescente Fértil).
Os povos do Saara antes de se transformar em deserto, trabalhavam o barro há tanto tempo como os povos do Próximo Oriente, assim como a pastorícia.
Mas afinal aquela ideia de que a agricultura tinha transformado o nómada (recolector-caçador) em sedentário e de que este seria um estágio mais evoluído, foi posta em causa pelas evidências arqueológicas ao mostrar que estes caçadores recolectores tinham afinal alcançado já antes os avanços tecnológicos que se atribuíam única e exclusivamente ao grupo sedentário. Ponto comum numa e noutra forma de organização será o de que, e em função da dieta alimentar que uns e outros foram observando, a variedade e a riqueza daquela determinava grupos mais fortes no sentido estrito da genética, da reprodução e sobrevivência.
A existência ou não de fontes de água é tido como dos factores mais importantes e determinante no desenrolar das acções humanas.
O rio Nilo é um grande rio do nordeste do continente africano que nasce a sul da linha do Equador e desagua no Mar Mediterrâneo. A sua bacia hidrográfica ocupa uma área de 3 349 000 km² abrangendo o Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quénia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egipto. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo apresenta um comprimento de 6 627,15 km.
Trajectos do Rio Nilo

http://urzeira.blogspot.com/2007/01/kung-san.html
Os Primeiros habitantes do Zimbawe foram os Bosquímanos, Khoi - Khoi, e os agricultores Bantu, que são normalmente, indivíduos que têm uma subsistência ligada à agricultura e/ou à pastorícia. Em 500 - 1000a.C., vieram os Gokomeres (um grupo bantu), que ocuparam aquela zona e escravizaram os povos San.
Passado muitos anos, no século XI nasce a Sociedade Shona, que foi uma das mais ricas e poderosas sociedades, que também era ligada à agricultura. Hoje em dia as línguas faladas são: Shona, Ndebele e Inglês.[3]
Sombo,Lunda-Angola
Segundo o citado mapa de José Redinha Angola tinha ( 1960) os seguintes grupos etnolinguísticos:
Kikongo - Umbundu - Vaambo-Ambó - Kimbundu - Ganguela
Herero - Lunda-Kioko - Nhaneca-Humbe - Oshindonga-Xindonga 
http://mesumajikuka.blogspot.com/
[1] REDINHA, José, Distribuição Étnica de Angola, Luanda, Edic.8, 1974.
A certeza é maior quanto às evoluções registadas no continente africano, visto que o ser humano anatómicamente moderno aperfeiçoou os seus utensílios de pedra, fabricando lâminas e pedra a partir de lascas e depois equipando pequenas pedras pontiagudas com cabos de madeira ou de osso, uma fase que deverá ter ocorrido há cerca de 45 000 anos na Áfrika Meridional. A indústria microlítica do Vale do Nilo ( cerca de 35 000 a.C.)(1) talvez o primeiro exemplo da indústria mineira que se conhece no mundo. Situada em Iwo Eleru, na região ocidental da Nigéria, ( 10 000 a.C.) outra indústria mineira, revela-nos que aquela tecnologia chegara aos limites da floresta Ocidental.
A partir de diferenciados modos de fabricação dos utensílios, com um contributo pouco significativo das migrações, os niveis de resposta tecnológica aprimoraram se, pois a exploração de ambientes locais oiriginavam uma crescente perícia. Dada a imensidão do continente a população total parece ser menor.
(1)African Archaelogical Review,8, 1990 de P.M.Vermeersch, E. Paulissen e P. van Peer
Os Africanos história de um continente, Iliffe, John, 1995

Na sua descrição da ilha ,Gaspar Frutuoso no ultimo quartel do século XVI, refere concretamente a existência destes escravos negros, de mulatos...
FRUTUOSO, Gaspar, Livro Sexto das Saudades da Terra, Ponta Delgada, ICPD, 1963
DeSousa'sO V do teu Seio, wonderbrava um nível sintáctico, paralelado no inverso,
assumia uma superfície textual, organizando o pensamento.
Repousava o ponto de vista, na confluência do V em seio,
tacteado em trémulos desejos, nomeadamente, entre dois elementos.
Uma estrutura cruzada, por entre os lábios,
um suspiro relacionável com o momento, deixa se descobrir, tesamente.
Nas configurações frásicas, fásicas, fálicas,
falo um poema falatório do silêncio,
escutado… um nada universo.

Posturas E ordenações
coimas e danos inclementes
e o que a acusar aja o dobro pêra ssy
escravidão e penitência.
Esses ditos Juízes o nom fizeram
o pagamento aqui na terra
mandaram que quallquer carnyceiro
seria o justiceiro eleito.
Jtem mandaram que todos aqueles
que usem as justas medidas
afynadas per o afynador
técnico de mecânica humana.
Mandarom que nom sseja neh~u tam ousado.
Nota: Contexto parcelamento em suporte agrário.

Anichados em paranóia e carinhos,
manipulamo nos geneticamente
(fazia calor)
assessuadas ,as células , para um lado
as multicores para outro,
restariam as virgens em armazém de stock.
Celularmente alteramo nos,
(fazia mais calor)
fragilizando o imunitário sistema.
Tudo com intenção e bom propósito,
biotecnológicamente disfarçado,
o gozo carnal,
(calor infernal).
máximo divisor comum.
Roer o osso,
frações ordinárias.
Será o seguinte
(calor abismal).
As epicenas palavras
promíscuas
companheiras…
…casa, televisão, automóvel…
…signos, instrumentos, símbolos…
Produtor cria consumidor
Sujeito para o objecto
Individualismo moderno
Eufórica ideologia
…subcultura adolescente…
Entre fermentos críticos
E enzimas de integração
-Ornamentei me com a cultura cultivada
mascarei me… pois então… de guerreira
na procura do húmus humanístico-
…um corpo morto… é um corpo vivo
posto na posição da morte…

Agora e aqui
as costas na força basáltica
em frente a este mar
os pés na viva água
reconheço
que desde que me descobri,
o meu verdadeiro ,genuíno eu
nunca mais estive só.
sou complicado?
Aconselho-te, então, veres a telenovela
que passa no canal tal,
à hora etc. e tal, do dia tal e tal
onde Juninho foge com Zulmira
a melhor amiga de Isabel
casada com Juninho,
filha do Senhor Beltrão,
preso, por tráfico de influências.
Que simplicidade tão ternurenta,
neste quotidiano tal e etc.
Aguardarás ansiosa o décimo terceiro episódio,
já amanhã,
vivendo a vida de outros,
deixas-me espaço e tempo
para viver a minha.

A relação entre Idea e Arquétipo não é perfeita. Pois ,pois, “ perfeito só o Capitão”. A arte imita ou não a Natureza? Consideremos Natureza tudo aquilo que de material ou imaterial existe que nos rodeia e em nós é ou está.
E a imitação tem vontade própria? E de escolha? Parece que a procura da verdade, para melhorá-la ou piorá-la, não é bem a procura da verdade.
Através dos tempos e desde aquele tempo em que supostamente “erámos quadrúpedes”, (de mãos e pés no chão) as formalidades são sempre diferentes, mas a essência é a mesma. Será? Dúvidas…
É que há modelos evidentes. Por exemplo, Homero para o Ulisses de Joyce, Horácio para Ricardo Reis de Pessoa. As estruturas narrativas imitadas e não reproduzidas. Fala-se de “reescrita e de “intertextualidade” mas não de imitação. O acidental esse mudou e está sempre a mudar, valha-nos isso.
Mas voltemos à arte humana relacionada ( transcendental) com o Arquétipo ou a Idea. Para além “ do Capitão “ o Arquétipo também é perfeito, logo não se dará lá muito bem com a Idea. O “problemazinho” que se apresenta será , o drama e o movimento de tudo o que nos rodeia, que não dá cópias perfeitas. Parece ou é consensual admitir que existem boas ou más imitações. “É preciso ler muito e ter ouvido muito para ser um bom orador” diz Cícero no de Oratore.
A imitação não tem que ser servil. Os bons modelos copiados e se o autor não se limitar a copiar, abre uma via, para pôr algo de seu.
A Natureza não permite que algo ou alguém seja igual; a imitação ,para o ser humano, é uma fuga aquela ordem – a diversidade absoluta.
Estamos assim perante as três mais célebres e criticas posições no campo da imitação:
As coisas tais como foram e são.
As coisas tais como as dizem e parece ser.
As coisas tais como deveriam ser.
O século de Virgílio e de Horácio foi um dos tempos em que mais se imitou, mas também o de maior originalidade.
A imitação por supostamente estar ou ser proibida, já não é uma regra, tornou-se defeito e criticável acção, logo torna-se muito mais difícil detectá-la.
Continua assim a saga da imitação. “Influenciado por” ou da “escola de” ,invólucros semânticos, admiráveis neologismos que no fundo nos dizem a mesma coisa de outrora. As palavras renovam-se. São ou não a escrita e a fala acidentes vivos no nosso percurso?
Consiste a essência da Poesia na imitação da natureza?
Resposta ao pedido da Rê Piza... oito desejos...
Poder existir( viver) comendo só uma vez por mês ( tipo camelo social que é o que eu sou).
Comunicar com as pessoas só com gestos toques e olhares. (Fala e escrita acabavam).
Que a Terra onde as pessoas nascem ou vivem não seja delas.( não mais lutas pela sua posse)
Fazer um estudo Antropológico no sítio onde nasci ( Kuanza Sul-Angola)
Poder estar com todo o pessoal da net ( com quem inter-ajo e nunca vi) num sítio qualquer do Mundo nem que fosse só por umas horitas.
Poder escolher a forma da minha morte. Gostaria que fosse rápida.
Que realmente e no plano Social homem e mulher estivessem em igualdade.( o aproveitamento integral de todos trará mais riqueza a todos nós).
Desejo que a Indústria Química ( trangénicos, transformações genéticas, medicamentos de accção mais que duvidosa , etc)não tome conta de nós..
Indico oito pessoas pra realizar a tarefa. Cada uma terá que indicar mais oito e assim, sucessivamente, fazendo uma enorme corrente virtual de desejos. Os nomeados são...
A Gaja , Kaferoceiro , Cha de Laranja Lima , Ricardo Rayol , Elites , Fina Flor , O Silêncio Culpado , Filipe Franco .
Xaxuaxo
Margarida disse...
Esgotámo nos na impossibilidade de “ conjugarmos “ os nossos verbos ? Entenda se “ conjugação “ como um esforço comum - conjugação de esforços para o bem de todos.
O futuro que se avizinha será o de um pai ensinar, aconselhando seu filho dizendo lhe:





Definitivamente o som da rua empalidecia , a meu lado surgia do fundo,
Admirável Mundo Cão. O animal que comete a agressão. Os pais que ocultam.


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